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Tuesday Mar 29, 2022
De Olho na Bolsa - Março/2022
Tuesday Mar 29, 2022
Tuesday Mar 29, 2022
Não sabemos se você já experimentou o Whopper, mas temos certeza que já passou por alguma loja do Burger King!
No De Olho na Bolsa desse mês, nossos analistas Victor Barros, Adahyl Garcez e Felipe Jatahy discutem o modelo de negócios da rede de fast foods que vem ganhando espaço ano após ano, tendo suas ações listadas na bolsa de valores brasileira desde o final de 2017.
O BK, apesar de estar "grelhando no fogo desde 1954" (como você pode ler na maioria das lojas), só tracionou sua operação no Brasil por volta de 2011, e desde então tem adotado diferentes frentes estratégicas para tomar parte cada vez maior do mercado dos seus concorrentes, que provavelmente não amam muito tudo isso... 👀
Pra entender mais sobre o case, não deixe de conferir o episódio!! 😉

Friday Mar 25, 2022
Semanal - 25 de Março de 2022
Friday Mar 25, 2022
Friday Mar 25, 2022
Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, foram divulgados indicadores de atividade - Purchasing Managers’ Index (PMI), ou Índice de Gerentes de Compras - dos EUA e Europa, que mostraram um efeito negativo sobre as expectativas das empresas europeias, e ausência de sinais claros de desaceleração americana, que não sofre efeitos primários tão relevantes da guerra. Além disso, alguns membros do banco central americano (FED) reforçaram o nível de aperto do mercado de trabalho e pressão sobre preços e salários, deixando clara a necessidade de aceleração do processo de retirada de estímulos. O conflito, por ora, saiu um pouco do foco, e não aparenta se encaminhar para um desfecho rápido.
Já no Brasil, houve a divulgação da ata da última reunião do Copom, do Relatório de Inflação, e fala do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, reforçando a mensagem de proximidade do fim do ciclo de alta de juros. Também foi divulgado o IPCA-15 de março, acima do esperado, com pressão em alimentos e combustíveis.
A semana foi mais calma e os mercados operaram menos o cenário de guerra. Nos EUA, o juro (5 anos) apresentou forte abertura (40 bps) enquanto, curiosamente, a bolsa seguiu firme (S&P500 subiu 1,8%), refletindo a forte demanda da economia e as empresas conseguindo repassar preço e manter suas margens estáveis. Já no Brasil, os juros realizaram movimento inverso (jan/23 fechou 16 bps e jan/27 fechou 58 bps), enquanto a bolsa (Ibovespa) subiu 3,27% e o real valorizou perto de 6%.
Na próxima semana teremos a divulgação de outros PMIs, e também do índice ISM Manufacturing Index.
Não deixe de acompanhar pra ficar por dentro do que rolou na semana e o que esperar da próxima!

Friday Mar 18, 2022
Semanal - 18 de Março 2022
Friday Mar 18, 2022
Friday Mar 18, 2022
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, o principal evento foi a reunião do banco central americano (FED), que marcou o início do ciclo de alta de juros, com um movimento de + 0,25%, revisando pra cima as projeções de juros e inflação. Já o banco central do Reino Unido (BoE), apesar de ter realizado um movimento de mesma magnitude, deu enfoque ao efeito negativo que a guerra terá para a atividade – principalmente pelo fato de ser um país importador de energia. Ainda, os casos de COVID na Ásia voltaram a acelerar, mas as respostas têm sido mais flexíveis em termos econômicos. Sobre Rússia x Ucrânia, não há novidades muito relevantes, as negociações seguem acontecendo mas de forma lenta.
Já no Brasil, tivemos a reunião do Copom que, conforme o esperado, optou pela elevação da taxa básica de juros em 1%. As atenções estavam voltadas para a comunicação a respeito dos próximos passos, e o comitê trouxe 2 cenários, indicando que o mais provável é de mais uma elevação de 1%, finalizando o ciclo. Além disso, o presidente Jair Bolsonaro tem feito algumas críticas à Petrobras, que não reajustou o preço novamente (tendo em vista a volatilidade do preço do petróleo), mas o presidente da companhia vem mantendo um discurso alinhado às políticas internas.
Após a reunião do FED, houve um movimento de melhora do desempenho dos ativos. Nos EUA, a bolsa (S&P500) fechou a semana em alta de 6,2%, o índice de volatilidade do mercado de ações caiu mais de 22%, e os juros apresentaram leve fechamento da parte longa, e leve abertura da parte curva (positivo para os ativos de risco). No Brasil, a curva de juros cedeu, tendo o Jan/27 fechado 28 bps, enquanto a bolsa (Ibovespa) subiu 3,22%, e o real, 1%.
Na próxima semana teremos a divulgação da ATA do Copom, e de dados de inflação no Brasil.
Não deixe de acompanhar pra ficar por dentro do que rolou na semana e o que esperar da próxima!

Friday Mar 11, 2022
Semanal 11 de Março 2022
Friday Mar 11, 2022
Friday Mar 11, 2022
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, foi mais uma semana de negociações frustradas entre Rússia e Ucrânia: os ministros das relações exteriores dos 2 países se reuniram, mas a Rússia seguiu com o avanço de tropas e bombardeio de algumas áreas. Nos Estados Unidos, foram divulgados os dados de inflação (CPI), demonstrando alta persistente – mais moderada na parte de bens, mas acelerando na parte de serviços. Ainda, houve a reunião do Banco Central Europeu (ECB), que optou por acelerar o término da compra de ativos e definir os movimentos de juros mais pra frente, dependendo do desenrolar do cenário geopolítico e inflacionário.
Já no Brasil, diversos dados foram divulgados, indicando uma queda na produção industrial em janeiro – recuperação esperada para fevereiro; surpresa positiva no comércio varejista; e contratação de trabalhadores formais seguindo firme. Além disso, a Petrobrás anunciou um reajuste relevante, causando revisões altistas nas projeções de inflação, e discussão com relação à política de preços da companhia. O congresso está analisando alguns projetos que visam amenizar esse impacto para a população; e iniciaram-se os rumores a respeito de greve dos caminhoneiros.
Mais uma vez tivemos uma semana agitada: a bolsa americana (S&P500) fechou em queda de 2,9%, enquanto o juro de 10 anos voltou para as máximas, abrindo 26 bps – a inflação tão elevada vem atrapalhando o movimento de fechamento, que trazia certa estabilização para os mercados. No Brasil, a bolsa (Ibovespa) também fechou em queda (2,4%), e o juro (jan/27) abrindo 66 bps.
Na próxima semana diversos eventos relevantes estão no radar: a evolução da guerra entre Rússia e Ucrânia; a reunião do FED, na qual ocorrerá o primeiro movimento de alta de juro e serão observadas as sinalizações futuras; a reunião do Banco Central do Brasil; e a continuidade dos rumores sobre greve dos caminhoneiros.
Não deixe de acompanhar pra ficar por dentro do que rolou na semana e o que esperar da próxima!

Tuesday Mar 08, 2022
Call Mensal - Fevereiro 2022
Tuesday Mar 08, 2022
Tuesday Mar 08, 2022
Dia 07/03/2022, nossa equipe de gestão e pesquisa econômica realizou o call mensal, abordando os assuntos mais relevantes do mês de Fevereiro. Novamente realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixe de conferir!

Friday Mar 04, 2022
Semanal - 04 de Março de 2022
Friday Mar 04, 2022
Friday Mar 04, 2022
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, houve uma escalada significativa no conflito entre Rússia e Ucrânia, sendo estabelecidas sanções com efeitos econômicos muito relevantes. A Ucrânia segue chamando bastante atenção para os feitos da Rússia, com o objetivo de obter mais suporte, e a Rússia segue avançando em território ucraniano. Os efeitos seguem se ampliando, e a probabilidade de resolução rápida vem diminuindo. Além disso, Jerome Powell, presidente do FED, fez um pronunciamento alegando que o banco central não tem que ser uma fonte adicional de incerteza, mas que tem que seguir com o processo de retirada de estímulos. Ainda por lá (EUA), houve a divulgação dos dados de mercado de trabalho (payroll), que vieram novamente melhores do que o esperado, mas ainda com efeitos da última onda de coronavírus.
Já no Brasil, houve a divulgação do PIB do ano passado, melhor que o esperado. O ambiente de guerra também traz implicações locais, como benefícios por conta dos preços de commodities, fluxo de recursos, implicações fiscais e de política monetária.
Mais uma semana de carnaval conturbada, com efeitos muito negativos sobre a Europa (Euro Stoxx 50 caiu 10,4%, gás natural de londres subiu 105%, trigo 60%), petróleo ultrapassando a marca de US$115, juro americano (10y) fechando 23 bps e bolsa (S&P500) em queda de 1,3%. Por aqui, os efeitos também foram sentidos nos ativos, mas de maneira diferente: o juro abriu (76 bps o jan/24), a bolsa fechou em alta de 2,2%, e o real valorizou 1,7%.
Na próxima semana as atenções seguem voltadas para a evolução das negociações entre Rússia e Ucrânia.
Não deixe de acompanhar pra ficar por dentro do que rolou na semana e o que esperar da próxima!

Friday Feb 25, 2022
Semanal - 25 de Fevereiro de 2022
Friday Feb 25, 2022
Friday Feb 25, 2022
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, o evento principal foi a tensão geopolítica entre a Ucrânia e a Rússia, que em um primeiro momento aparentava ficar específico nas regiões separatistas e posteriormente se converteu em invasão russa, com a intenção de desmilitarizar a Ucrânia, de acordo com Vladimir Putin. Outras nações, EUA e Europa principalmente, responderam os ataques com o estabelecimento de sanções econômicas. Além disso, alguns membros do banco central americano (FED) deram declarações comentando a possibilidade de iniciar o processo de alta de juros com 50 bps. Por fim, houve a divulgação do índice de preço PCE, sinalizando uma alta disseminada nos componentes.
Já no Brasil, foram divulgados os dados de inflação de fevereiro (IPCA-15), importantes pois esse mês há o reajuste dos preços de mensalidades escolares. Os dados mostraram a parte de serviços ainda pressionada, e a parte de bens duráveis sendo destaque de alta.
Apesar da grande volatilidade na semana, a maior parte dos ativos fechou próximo à estabilidade: o petróleo fechou em alta de 0,3%, a bolsa americana (S&P500) em + 0,1%, o juro americano com leve abertura. Já no Brasil, a bolsa brasileira fechou em +0,23%, e o dólar em +0,46%, apesar do real ter apresentado performance de destaque no mês.
Na próxima semana as atenções seguem voltadas para a evolução das negociações entre Rússia e Ucrânia, para a fala do presidente do FED, Jerome Powell, e para os dados do mercado de trabalho americano (payroll).
Não deixe de acompanhar pra ficar por dentro do que rolou na semana e o que esperar da próxima!
Wednesday Feb 23, 2022
De Olho na Bolsa - Fevereiro/2022
Wednesday Feb 23, 2022
Wednesday Feb 23, 2022
Se você é antenado nas redes sociais provavelmente já viu alguma propaganda da Shein, mas será que tem a dimensão da relevância que ela vem tendo no seu segmento?
No De Olho na Bolsa desse mês nossos analistas Victor Barros e Adahyl Garcez trazem a discussão desse case disruptivo que vem sendo bastante comentado.

Friday Feb 18, 2022
Semanal - 18 de Fevereiro de 2022
Friday Feb 18, 2022
Friday Feb 18, 2022
No episódio de hoje, nossos sócios Luis André Oliveira e Tomás Goulart debatem os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, observamos dois momentos distintos envolvendo a crise geopolítica entre Rússia x Ucrânia. No início da semana, acompanhamos uma diminuição das tensões entre as regiões, porém a situação foi revertida, gerando apreensão com a Rússia aumentando seus níveis de força nas fronteiras nos últimos dias. Nos EUA, tivemos a divulgação da ata do FOMC, que não trouxe grandes novidades, apenas reforçou que devemos observar mais adiante a redução significativa no tamanho do balanço. Além disso, o presidente do FED de NY, John Williams, adotou um tom conservador, pendendo para o campo de menor urgência de subir os juros em 50 bps no mês que vem. Na visão dele, os problemas da cadeia de suprimentos devem arrefecer gradualmente ao longo do tempo, aliviando algumas pressões inflacionárias. Vale ressaltar que foram divulgados também importantes dados de atividade, como vendas no varejo e produção industrial, reforçando o cenário de uma economia bastante aquecida.
Já no Brasil, a divulgação da pesquisa Poder 360 mostrou um aumento da rejeição do ex-presidente Lula, com uma alta de 5 pontos em comparação à última informação apresentada no mês anterior. Ainda sobre eleição, ao longo da semana algumas notícias foram divulgadas sobre a possibilidade de filiação do governador Eduardo Leite (PSDB) ao PSD para concorrer à presidência da República. Existe uma expectativa que o possível candidato possa ter chances num cenário de uma terceira via fragmentada e que se mostra estagnada nas pesquisas de intenção de voto.
Novamente, tivemos uma semana agitada, a bolsa americana (S&P500) fechou caindo 1,58%, o juro curto americano (2 anos) fechou 3bps, o petróleo em baixa de 1,43% e o ouro em alta de 2,08%. Por aqui, a bolsa (Ibovespa) fechou em baixa de 0,61%, o dólar em -2,1% e o juro curto (2023) fechando 11bps.
Na próxima semana, as atenções seguirão voltadas para os riscos geopolíticos, divulgação do PMI nos EUA e IPCA-15 no Brasil.
Não deixe de acompanhar pra ficar por dentro do que rolou na semana e o que esperar da próxima!
#NovusCapital #PodcastSemanal #Rússia #Ucrânia #FOMC #Eleição #IPCA #Inflação

Friday Feb 11, 2022
Semanal - 11 de Fevereiro de 2022
Friday Feb 11, 2022
Friday Feb 11, 2022
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, tivemos a divulgação da inflação americana (CPI), que novamente surpreendeu pra cima, com um número ruim, indicando pressão de preços mais generalizada; e da inflação salarial, que também mostrou forte aceleração. Além disso, James Bullard, membro do FED, deu uma entrevista na qual falou sobre a possibilidade de uma alta de 50 bps na taxa de juros na reunião de março. Por fim, houve piora no noticiário a respeito dos conflitos entre Rússia e Ucrânia, indicando que haveria a possibilidade de Putin já ter decidido realizar uma invasão, o que ainda não foi confirmado.
Já no Brasil, foi divulgada a ATA do Copom, que corrigiu o comunicado da última semana e deixou mais claros os próximos passos com relação à taxa de juros. A inflação (IPCA) por aqui também foi divulgada, e veio em linha com o esperado pelo mercado, apesar da composição mais negativa, com pressão na parte de bens. Outros indicadores divulgados indicaram melhora na parte de serviços, mas atividade industrial ainda negativa. Ainda, o ministro Paulo Guedes conseguiu conter as propostas mais negativas de PEC dos Combustíveis, que sugeriam mais despesas ou ampla redução de impostos.
Foi mais uma semana agitada, a bolsa americana (S&P500) fechou caindo 1,8%, o juro curto americano (2 anos) abrindo 16 bps, o petróleo em alta de 1,5% e o ouro em queda de 2,9%. Por aqui, a bolsa (Ibovespa) fechou em alta de 1,2%, o dólar em -1,4% e o juro curto (2023) abrindo 45 bps.
Na próxima semana as atenções ficam voltadas para a minuta e declarações de membros do FED, e para a evolução das tensões entre Rússia e Ucrânia.
Não deixe de acompanhar pra ficar por dentro do que rolou na semana e o que esperar da próxima!

