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Tuesday Dec 21, 2021
De Olho na Bolsa - Dezembro/2021
Tuesday Dec 21, 2021
Tuesday Dec 21, 2021
Já está no ar o De Olho na Bolsa desse mês! Nesse episódio, nossos analistas Victor Barros e Adahyl Garcez discutem o case de Banco Pactual. Eles iniciam debatendo o contexto financeiro do país frente aos seus pares, o chamado "financial deepening" (democratização de serviços financeiros) que vem ocorrendo, a concorrência entre os bancos incumbentes e as fintechs, o modelo e as linhas de negócio do BTG e como ele vem se destacando nesse crescente mercado, dentre outros pontos.
É um case bastante relevante, de um dos setores com maior peso no índice Bovespa, vale a pena acompanhar!

Friday Dec 17, 2021
Semanal - 17 de Dezembro
Friday Dec 17, 2021
Friday Dec 17, 2021
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Tomás Goulart debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, tivemos uma semana repleta de decisões de bancos centrais. O FED, banco central americano, confirmou o tom mais hawk ao sinalizar projeção de 3 altas de juros em 2022 e 2023. Seguindo essa mesma linha, o banco central europeu (ECB) indicou que vão iniciar o tapering do programa de compra de ativos de lá (PEPP), e o banco central do Reino Unido (BoE) também elevou a taxa de juros. Nos países emergentes - México, Chile e Colômbia - também tivemos movimentos similares de alta de juros.
Já no Brasil, tivemos a ATA da reunião do Copom, mais hawk que o statement, indicando que vai elevar o juro para perto de 12%, mantendo nesse patamar por um tempo. Tivemos também o Relatório Trimestral de Inflação (RTI) indicando aumento da taxa de juro neutro; e divulgação da Pesquisa Mensal de Serviços, indicando PIB do 4º trimestre pior que o esperado. Além disso, finalmente tivemos a aprovação completa da PEC dos precatórios.
Foi uma semana bastante volátil por conta das decisões dos BCs e de um vencimento grande de opções nos EUA. A bolsa americana (S&P500) fechou em queda de 1,94%, enquanto a brasileira fechou em ligeira queda de 0,52%. O juro de 10 anos americano fechou, tendo em vista a incerteza sobre o FED e a piora nos casos de Ômicron, e o petróleo ficou mais estável, com queda de 1,77%, enquanto dólar valorizou 1,42%.
Na próxima semana, serão divulgados dados de inflação no Brasil, importantes para esclarecer se a melhora da última divulgação foi por conta da Black Friday; votação do orçamento, importante para reduzir os riscos fiscais; e novidades a respeito do cenário de eleição, após encontro entre Lula e Alckmin no final de semana.

Friday Dec 10, 2021
Semanal - 10 de Dezembro
Friday Dec 10, 2021
Friday Dec 10, 2021
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, o noticiário com relação à variante Ômicron melhorou, principalmente com a Pfizer comentando os estudos iniciais e dando indicações muito positivas sobre a eficácia da vacina. Além disso, tivemos também a divulgação dos dados de inflação americana, que vieram em linha com o esperado, e não surpreendendo positivamente, como vinha ocorrendo – o que acalmou os mercados. Ainda, tivemos notícias importantes com relação à China, que indicou preocupação com a desaceleração econômica, reduziu a taxa de compulsório e mostrou intenção de elevar o apoio fiscal em 2022.
No Brasil, aconteceu a última reunião do Copom de 2021, na qual houve aumento da Selic em 1,5%, para 9,25%, tendo o Banco Central adotado um tom mais duro e mais focado na meta de inflação de 2023. Também tivemos dados de inflação por aqui, que vieram abaixo do esperado, mas com efeito das promoções de Black Friday, o que não nos permite olhar efetivamente o mês a mês. A Pesquisa Mensal de Comércio de Outubro, que veio bem pior que o esperado, indicou consumo mais fraco para o 3º e o 4º trimestre. Por fim, a PEC dos precatórios foi parcialmente promulgada.
Os acontecimentos e notícias levaram à uma semana positiva tanto aqui, quanto lá fora, tendo a bolsa americana valorizado 3,82% na semana, e a bolsa brasileira, 2,56%. O petróleo subiu 8,6% e a curva de juros fechou por aqui, e abriu nos EUA.
A próxima semana também será bem importante, com reuniões de diversos bancos centrais – EUA (FED), Europa (ECB) e Reino Unido (BoE), divulgação da ATA do Copom e o início da votação do restante da PEC dos precatórios.
Não deixe de acompanhar pra ficar por dentro do que rolou na semana e o que esperar da próxima!

Monday Dec 06, 2021
Call Mensal - Novembro 2021
Monday Dec 06, 2021
Monday Dec 06, 2021
Dia 03/12/2021, nossa equipe de gestão e pesquisa econômica realizou o call mensal, abordando os assuntos mais relevantes do mês de Novembro. Novamente realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixe de conferir!

Friday Dec 03, 2021
Semanal - 03 de Dezembro
Friday Dec 03, 2021
Friday Dec 03, 2021
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, o presidente do FED, Jerome Powell, falou no Senado sobre os riscos de uma inflação mais elevada terem aumentado, e confirmou que a redução da compra de ativos (tapering) será acelerada, chancelando a visão mais hawkish que diversos membros vinham sinalizando. Além disso, tivemos a divulgação dos dados de mercado de trabalho (payroll), que mostraram continuidade da recuperação e, apesar do headline mais fraco, trouxe indicadores positivos sobre salário, desemprego e taxa de participação. Ainda, seguimos acompanhando a evolução da variante Ômicron, que aparenta ser mais infecciosa mas ainda não demonstra evolução para casos graves ou letais.
No Brasil, houve melhora no cenário por conta da aprovação em 2 turnos da PEC dos precatórios no Senado, que reduziu o risco de implementação de qualquer medida de calamidade e de termos mais despesas públicas no próximo ano. Como houve algumas alterações na proposta, ainda será decidido se a PEC será parcialmente promulgada ou se passará novamente pelos 2 turnos na Câmara dos Deputados. Tivemos também números de atividade: leve redução do PIB do 3º trimestre, com composição não muito negativa; e produção industrial de outubro apresentando queda, enquanto a expectativa era de alta marginal.
Os conflitos entre EUA e China voltaram ao mercado, resultando em queda expressiva das bolsas americanas na sexta, tendo o S&P500 fechado a semana em queda de -1,22%. No Brasil, o Ibovespa subiu 2,78%, e o dólar, na contramão, valorizou 0,79%. A Opep sinalizou que manterá o aumento de produção, e o Petróleo caiu -2,54%.
Na próxima semana as atenções ficam voltadas para a reunião do COPOM – a expectativa é que o Banco Central eleve o juros em 1,5% e sinalize, de forma menos enfática, mais uma alta de 1,5%. Também teremos dados de inflação no Brasil e nos EUA.

Friday Nov 26, 2021
Semanal - 26 de Novembro
Friday Nov 26, 2021
Friday Nov 26, 2021
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, o principal tema, coronavírus, que já vinha sendo debatido por conta do aumento de casos e medidas restritivas impostas por diversos países europeus, ganhou ainda mais notoriedade quando foi noticiada uma nova cepa na África do Sul, denominada Ômicron, que está sob análise dos cientistas, mas traz receios de menor efetividade das vacinas e maior transmissibilidade. Além disso, nos EUA, tivemos a recondução do presidente do FED, Jerome Powell, e Lael Brainard indicada para a vice-presidência.
Aqui no Brasil tivemos o IPCA-15 do mês de novembro, que veio próximo ao esperado pelo mercado, mas com uma composição que ainda mostra alta disseminada e pressão dos núcleos. Ainda, tivemos negociações a respeito da PEC dos precatórios e da MP do Auxílio Brasil. O relatório da PEC foi apresentado na CCJ do Senado e foi concedida vista até terça, enquanto a MP foi aprovada na Câmada dos Deputados e segue para o Senado.
Essa semana tivemos um dos principais feriados para o mercado, o dia de Ações de Graças, nos EUA, que tenderia a proporcionar uma semana mais tranquila, mas por conta dessa nova cepa a sexta foi de quedas muito expressivas, tendo a semana resultado em queda de: 2,25% do S&P500, 0,79% do Ibovespa, 13,06% do petróleo e fechamento das partes curta e longa da curva de juros americana e brasileira.
Na próxima semana as atenções ficam voltadas para novos números de casos e hospitalizações na África do Sul, posicionamento da Pfizer e da Moderna sobre a eficácia das vacinas, o resultado das prévias do PSDB, que devem ocorrer esse final de semana, e o andamento da PEC e da MP no Congresso.
Não deixe de acompanhar pra ficar por dentro do que rolou na semana e o que esperar da próxima!
Tuesday Nov 23, 2021
De Olho na Bolsa - Novembro/2021
Tuesday Nov 23, 2021
Tuesday Nov 23, 2021
No de Olho na Bolsa desse mês, os analistas Adahyl Garcez, William Araújo, Victor Barros e Matheus Mendes discutem a commodity que, ao mesmo tempo é um dos principais insumos para tecnologias de descarbonização (sustentáveis), e uma das mais poluidoras em seu processo produtivo: o alumínio.
Ao longo do episódio eles discutem o processo de produção e sua relação com a emissão de gás carbônico, os números mais relevantes da indústria, assim como os acontecimentos recentes que mais o impactaram (como a falta de semicondutores e o golpe de Estado na Guiné), as empresas (de diferentes setores) mais afetadas, entre outros.
Se quiser entender um pouco mais sobre o Alumínio e todos esses fatores, não deixe de conferir o podcast!

Friday Nov 19, 2021
Semanal - 19 de Novembro
Friday Nov 19, 2021
Friday Nov 19, 2021
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Tomás Goulart debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, é possível observar uma piora do coronavírus, com aumento de casos e mortes na Hungria, Rússia e República Tcheca, por exemplo, e com outros países como Áustria, Alemanha e Holanda já discutindo e tomando algumas medidas restritivas. Além disso tivemos dados de atividade americanos, como vendas no varejo e produção industrial, muito fortes, indicando que a economia segue pujante por lá. Ainda, o mercado está atento à definição do próximo presidente do FED, com expectativa da Casa Branca anunciar, na próxima semana, sua decisão –Lael Brainard, ex-subsecretária do Tesouro americano, é o nome em discussão junto com o atual mandatário, Jerome Powell.
Já no Brasil, seguimos com a indefinição a respeito da PEC dos precatórios: o governo está com dificuldade de colocar o quórum necessário para aprovação no Senado, e mudanças, não muito negativas do ponto de vista fiscal, estão sendo propostas. Entretanto, o problema é não haver a aprovação rápida e abrir espaço para discussão de novas sugestões, como o reajuste salarial dos servidores públicos.
A curva de juros americana fechou um pouco na semana com o nome da Brainard em discussão e com a perspectiva de piora de atividade por conta do coronavírus – o que também afetou o preço das commodities, tendo o petróleo recuado aproximadamente 5,8%. A bolsa americana (S&P500) fechou a semana em leve alta 0,40%, e a bolsa brasileira em queda de 4,24%%. O euro sofreu bastante na semana, e a lira Turca desvalorizou 10,65% por conta da queda de juros.
Na próxima semana teremos a reunião dos líderes do governo para definir se será possível fatiar a PEC, e o IPCA-15 no Brasil, muito importante dada a pressão inflacionária
Não deixe de acompanhar pra ficar por dentro do que rolou na semana!

Friday Nov 12, 2021
Semanal - 12 de Novembro
Friday Nov 12, 2021
Friday Nov 12, 2021
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, tivemos um dos dados mais observados do mundo, a inflação americana (CPI), que trouxe uma surpresa altista bem forte por conta dos elevados preços de energia e preços de bens ainda pressionados – e parte de serviços acelerando. Também tivemos a notícia positiva de que a Toyota está retomando a produção após 7 meses parada. Além disso, o banco central Mexicano surpreendeu o mercado com uma decisão mais dovish, mesmo com a inflação elevada.
No Brasil, também tivemos uma surpresa altista nos dados de inflação (IPCA), sinalizando uma dinâmica local negativa com relação aos preços. Ainda assim, temos um ambiente de atividade desacelerada - consequência da corrosão da renda por conta da inflação, reduzindo cada vez mais as expectativas de PIB para 2021 e 2022. Do lado positivo, tivemos a aprovação em 2º turno da PEC dos precatórios, que tranquilizou um pouco o mercado, e agora aguardamos a aprovação no Senado.
A curva de juros americana, que tem apresentado bastante volatilidade nas últimas semanas com reação aos bancos centrais, apresentou movimento de abertura, e a bolsa americana (S&P500) terminou a semana em leve queda (-0,14%). Por aqui, a bolsa (Ibovespa) fechou a semana com alta de 1,59%. O janeiro/27 fechou 0,43 pp, voltando ao patamar de 11%, e o real valorizou 1,7% na semana, na contramão dos demais emergentes.
Na próxima semana, Joe Biden, presidente dos EUA, encontra o presidente da China, Xi Jinping, e o mercado especula chegarem em um acordo para redução de tarifas e venda de reservas estratégicas de petróleo para ajudar na queda do preço. Além disso, observa-se a possibilidade de novas medidas restritivas, por conta do Coronavírus, na Europa.
Não deixe de acompanhar pra ficar por dentro do que rolou na semana!

Friday Nov 05, 2021
Semanal - 05 de Novembro
Friday Nov 05, 2021
Friday Nov 05, 2021
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, houve importantes decisões de Bancos Centrais que surpreenderam o mercado, como foi o caso da Austrália (RBA), que anunciou estar abandonando o target para a taxa de juros dos títulos públicos, mas com o resto do discurso menos hawk do que o esperado; e o caso da Inglaterra (BoE), que surpreendeu ao manter a taxa de juros inalterada, quando a expectativa era de aumento. Além disso, nos EUA, aconteceu a reunião do banco central americano, FED, que confirmou o início do tapering e manteve inalterado o comunicado a respeito da transitoriedade da inflação; e os dados de mercado de trabalho (payroll), que demonstraram que a economia segue ganhando força.
No Brasil, tivemos um cenário um pouco mais positivo, puxado pelo externo e pela votação do 1º turno da PEC dos precatórios, reduzindo um pouco a incerteza que estava sendo observada – apesar das manchetes políticas um pouco mais negativas a respeito da negociação para a aprovação. Foi divulgada também a ATA do Copom, mais hawk do que o statement, trazendo cenários alternativos onde o Banco Central poderia subir mais de 1,5% a taxa de juros.
Lá fora o S&P500 seguiu em toada positiva, apresentando alta de 1,62% na semana, enquanto o Ibovespa subiu 1,28%. O real valorizou 1,76% e a curva de juros, refletindo também os movimentos externos, apresentou fechamento de 0,09 pp no vértice de 2023 e 0,17 pp no vértice de 2027.
Na próxima semana as atenções ficam voltadas para a votação do 2º turno da PEC dos precatórios, para o lançamento da candidatura do Sérgio Moro e, lá fora, para os dados de inflação americana (CPI).
Não deixe de acompanhar pra ficar por dentro do que rolou na semana!

