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Friday Aug 16, 2024
NovusCast - 16 de Agosto 2024
Friday Aug 16, 2024
Friday Aug 16, 2024
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, o destaque foram os dados econômicos americanos: (i) a inflação veio em linha com o esperado, com o supercore moderado – formalizando o progresso adicional que o Fed gostaria de ver; (ii) as vendas no varejo vieram mais fortes que a expectativa, demonstrando força da atividade; (iii) os pedidos de auxílio desemprego devolveram parte da alta observada recentemente. Na Nova Zelândia, o banco central cortou a taxa de juros em 0,25%, sinalizando que houve o debate por corte de maior magnitude.
No Brasil, também foram divulgados dados de atividade, com a parte de serviços mais forte, e a parte do comércio mais fraca. O desemprego segue em nível baixo. No âmbito de política monetária, o diretor do BCB Gabriel Galípolo novamente deixou clara a postura hawk, sendo referendado por outros diretores. O presidente Lula alterou um pouco o discurso, afirmando que “quando tem que aumentar a taxa de juros, tem que aumentar”.
Nos EUA, os juros fecharam (vértice de 30 anos -8 bps), e as bolsas performaram bem – S&P500 +3,93%, Nasdaq +5,38% e Russell +2,93%. No Brasil, o juro curto abriu (jan/25 +9 bps) e o juro longo fechou (jan/29 -11 bps), o Ibovespa subiu 2,56% e o real valorizou 0,68%.
Na próxima semana será importante acompanhar a reunião do Fed e fala dos dirigentes da entidade, com destaque para o Powell, e os dados de atividade (PMIs) nos EUA e na Europa.
Não deixe de conferir!

Friday Aug 09, 2024
NovusCast - 09 de Agosto 2024
Friday Aug 09, 2024
Friday Aug 09, 2024
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, o destaque ficou para a divulgação de dados econômicos americanos: de atividade (ISM de serviços), um pouco melhor que a expectativa, voltando a patamar expansionista; e de emprego (pedidos de auxílio desemprego - jobless claims), que caiu em relação a semana anterior. Ainda, um dos dirigentes do banco central japonês afirmou que não subiriam juros novamente enquanto os mercados estiverem instáveis.
No Brasil, a ata do Copom veio mais hawk que o comunicado, deixando clara a disposição do comitê de subir juros caso seja necessário, e reforçando que as projeções de inflação estão acima da meta no horizonte relevante. O diretor de política monetária da entidade, Gabriel Galípolo, falou em evento aberto ecoando o tom mais duro da ata, afirmando que o balanço de riscos está assimétrico para cima, e que há possibilidade de alta já na reunião de setembro. Por fim, foi divulgado o IPCA de julho: apesar do headline próximo ao esperado, a composição foi pior, com os núcleos pressionados.
Nos EUA, os juros abriram entre 11 e 18 bps, enquanto as bolsas tiveram variações menos expressivas – S&P500 -0,04%, Nasdaq +0,39%, Russell 2000 -1,35%. No Brasil, o jan/25 abriu 18 bps enquanto o jan/29 fechou 19 bps, o Ibovespa subiu 3,78% e o real 3,98%.
Na próxima semana será importante acompanhar os dados de inflação (CPI e PPI) e atividade (vendas no varejo) nos EUA; de inflação e mercado de trabalho no Reino Unido; e de atividade na China e no Brasil.
Não deixe de conferir!

Wednesday Aug 07, 2024
Call Mensal - Julho 2024
Wednesday Aug 07, 2024
Wednesday Aug 07, 2024
Segunda-feira, dia 05/08/2024, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Julho. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!

Friday Aug 02, 2024
NovusCast - 02 de Agosto 2024
Friday Aug 02, 2024
Friday Aug 02, 2024
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, o Fed manteve o juro inalterado, como amplamente esperado, reforçando a mensagem de cautela e dependência dos dados para as próximas decisões, mas ressaltando a preocupação com o lado de mercado de trabalho de seu mandato. Ainda nos EUA, os dados de atividade (ISM de manufaturas) vieram bem ruins, e os dados de emprego (Payroll) também mais fracos, com contratação abaixo do esperado e elevação da taxa de desemprego. No Reino Unido, o BoE cortou o juro em 0,25%, afirmando que ainda é necessário manter a política monetária restritiva – mas em nível menor, e, no Japão o BoJ elevou o juro para 0,25%. Por fim, a guerra voltou a piorar com o assassinato do líder do Hamas.
No Brasil, o destaque ficou para o Copom, que também manteve a taxa de juros inalterada, alongando o horizonte relevante de política monetária, mas alterando o balanço de riscos. Os dados de emprego vieram mais fortes que a expectativa.
Nos EUA, os juros tiveram fechamento relevante – vértice de 2 anos –50 bps, enquanto as bolsas também tiveram forte sell off – S&P 500 -2,06%, Nasdaq -3,06% e Russell 2000 -6,67%. No Brasil, os juros também fecharam (jan/27 -51 bps), o Ibovespa desvalorizou 1,29% e o real -1,25%.
Na próxima semana será importante acompanhar mais dados de atividade (ISM de serviços) e emprego (jobless claims) nos EUA, a decisão do banco central australiano, os desdobramentos da guerra e, por aqui, o IPCA de julho e a ata do Copom.
Não deixe de conferir!

Friday Jul 26, 2024
NovusCast - 26 de Julho 2024
Friday Jul 26, 2024
Friday Jul 26, 2024
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, foi divulgado o PIB do 2º trimestre nos EUA, mais forte que o anterior, puxado principalmente pela parte de consumo. Ainda por lá, foi divulgado o número oficial de inflação acompanhado pelo Fed (PCE), com leitura benigna, como esperado. O ex-presidente do Fed de NY, Bill Dudley, escreveu uma coluna afirmando que o Fed deveria iniciar o corte de juros já na próxima reunião – visão diferente da que carregava até então. Na Europa, os dados de atividade seguiram decepcionando; na China, o banco central cortou juros; no Japão, a inflação de Tóquio veio um pouco melhor que o esperado.
No Brasil, foi divulgado o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas do 3º bimestre, que trouxe ampliação do déficit esperado para o ano, no limite inferior da banda. O IPCA-15 de julho surpreendeu para cima, tanto no headline, quanto na parte de serviços, mas com contribuição relevante de passagens aéreas e seguros de automóveis, sendo esse último afetado pelas enchentes do Rio Grande do Sul.
Nos EUA, os juros fecharam (2 anos -13 bps), e o desempenho das bolsas foi marcado pela continuidade de um movimento de rotação setorial – Nasdaq -2,56%, S&P500 -0,83% e Russell 2000 +3,47%. Resultados piores que o esperado, como do Google e da Tesla, influenciaram tais performances. No Brasil, os juros abriram (jan/26 +27 bps), o Ibovespa caiu 0,10% e o real desvalorizou 1,05%.
Na próxima semana será importante acompanhar as reuniões dos bancos centrais dos EUA, Japão, Inglaterra e Brasil; os dados de emprego (JOLTS e Payroll) e atividade (ISM) americanos, além de mais resultados corporativos (como Microsoft, Apple, Meta e Amazon); e o PIB do 2º trimestre e a inflação de julho na Europa.
Não deixe de conferir!

Friday Jul 19, 2024
NovusCast - 19 de Julho 2024
Friday Jul 19, 2024
Friday Jul 19, 2024
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, os dados americanos de atividade referentes a junho – vendas no varejo e produção industrial – vieram mais fortes que o esperado, com o encerramento mais positivo do trimestre provocando revisões altistas para projeção do PIB. Os diretores do Fed seguiram discursando, com destaque para o Waller, que afirmou que o momento de cortar os juros está se aproximando. No âmbito político, o Trump sofreu uma tentativa de assassinato; e circulam rumores da possível desistência da candidatura do Biden. Na Europa, o ECB manteve a taxa de juros inalterada, como amplamente esperado, sem trazer novidades relevantes na comunicação. Os dados de atividade da China seguiram decepcionando.
No Brasil, o destaque ficou para o anúncio feito pelo ministro Fernando Haddad de bloqueio e contingenciamento de R$15 bilhões no Orçamento, acima da mediana de expectativas do mercado.
A semana foi marcada por elevação da aversão a risco e underperformance dos emergentes. Nos EUA, os juros abriram entre 2 e 6 bps, enquanto as bolsas tiveram queda – S&P500 -1,97% e Nasdaq -3,98%. No Brasil, os juros também abriram – jan/29 + 41 bps, o Ibovespa caiu 0,99% e o real desvalorizou 3,01%. O índice das bolsas emergentes fechou em -3,93%, e as commodities também desvalorizaram.
Na próxima semana será importante acompanhar os dados de atividade e inflação nos EUA (PIB, PCE e PMIs), de atividade na Europa (PMIs), a decisão do banco central canadense, e a divulgação do IPCA-15 no Brasil.
Não deixe de conferir!

Friday Jul 12, 2024
NovusCast - 12 de Julho 2024
Friday Jul 12, 2024
Friday Jul 12, 2024
Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, o destaque foi a divulgação dos números de inflação de junho nos EUA: o CPI veio abaixo do esperado, com deflação do headline e da parte de bens, e serviços com alívio do componente de habitação. Com o PPI, a expectativa para o core PCE de junho fica em 0,2%. O Powell, em fala no Congresso, disse que o mercado de trabalho parece estar equilibrado. No âmbito político, o presidente Biden segue sofrendo grande pressão do Partido Democrata para se retirar da corrida presidencial, tendo cometido duas gafes marcantes ao longo da semana.
No Brasil, o IPCA de junho também veio melhor que o esperado (0,21%), inclusive na abertura dos núcleos. Os números de atividade de maio – PMC (comércio) e PMS (serviços) – vieram fortes, ainda indicando pouco efeito das tragédias do RS. A Petrobras anunciou reajuste do preço de combustível, que foi interpretado como uma sinalização positiva diante dos receios de interferência governamental. Ainda, a regulamentação da reforma tributária foi aprovada na Câmara, com isenção para carne, incluindo também uma trava para alíquota do novo IVA.
Nos EUA, o juro de 2 anos fechou 15 bps, e o de 10 anos, 10 bps. O S&P500 subiu 0,87% e o Nasdaq caiu 0,30%, mas o destaque foi a valorização de 6% do Russell 2000. No Brasil, o jan/29 fechou 28 bps, o Ibovespa subiu 2,08% e o real +0,57%.
Na próxima semana será importante acompanhar os números de varejo nos EUA, de atividade na China, de inflação no Reino Unido e no Canadá; as falas do Powell e do Waller (Fed); e as novidades do contingenciamento de recursos por aqui.
Não deixe de conferir!

Friday Jul 05, 2024
NovusCast - 05 de Julho 2024
Friday Jul 05, 2024
Friday Jul 05, 2024
Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, os dados de atividade nos EUA (ISM de manufaturas e de serviços) vieram mais fracos que o esperado. Entretanto, o foco ficou para os dados de emprego de lá (Payroll) que, apesar das contratações ainda ao redor de 200.000, trouxe vários fatores indicando desaceleração: médias móveis mais baixas, aumento na taxa e duração do desemprego, redução na contratação de serviços temporários, salários em trajetória mais benigna, entre outros.
No Brasil, o destaque foram as falas e entrevistas do presidente Lula: no começo da semana ele foi muito enfático nas críticas ao Banco Central do Brasil mas, após reunião com o ministro Fernando Haddad, recuou e deu sinalizações marginalmente mais positivas com relação ao arcabouço fiscal, mencionando uma operação de pente-fino nos benefícios previdenciários. Ainda, os dados de produção industrial de maio vieram um pouco melhores que o esperado.
Nos EUA, os juros fecharam entre 10 e 15 bps, o S&P500 subiu 1,95% e o Nasdaq 3,60% - enquanto o Russell 2000 caiu 1,02%. No Brasil, os juros (2027 e 2029) fecharam ao redor de 40 bps, o Ibovespa subiu 1,91% e o real valorizou 2,45%.
Na próxima semana será importante acompanhar os dados de inflação nos EUA e no Brasil, além do 2º turno das eleições na França.
Não deixe de conferir!

Thursday Jul 04, 2024
Call Mensal - Junho 2024
Thursday Jul 04, 2024
Thursday Jul 04, 2024
Terça-feira, dia 02/07/2024, nossas equipes de gestão e pesquisa econômica realizaram o call mensal abordando os assuntos mais relevantes do mês de Junho. Novamente, realizamos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixem de acompanhar!

Friday Jun 28, 2024
NovusCast - 28 de Junho 2024
Friday Jun 28, 2024
Friday Jun 28, 2024
Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, foram divulgados alguns indicadores de atividade americana, como os pedidos de bens duráveis, que vieram mais fracos em maio; e de inflação (PCE), dentro do esperado, com o consumo desacelerando - apesar de ainda em patamar sólido. Entretanto, o foco ficou para o primeiro debate presidencial entre Biden e Trump, com posterior repercussão dos momentos em que o atual presidente travou ou se confundiu nas falas.
No Brasil, a ata do Copom trouxe tom mais duro, com alguns (ainda em patamar minoritário) membros sinalizando um balanço de riscos assimétrico; e o Relatório Trimestral de Inflação não trouxe muitas novidades. Dos dados divulgados, o IPCA-15 veio abaixo do esperado, e o Caged mais fraco, mas com a PNAD mostrando mercado de trabalho ainda apertado. Contudo, assim como nos EUA, o destaque ficou para o lado político, com as consecutivas entrevistas do Lula sinalizando a indisposição de fazer os ajustes necessários nas despesas.
Nos EUA, os juros mais longos abriram ao redor de 15 bps, e as bolsas fecharam perto da estabilidade. No Brasil, os juros abriram entre 40 e 50 bps, e o real seguiu o movimento de desvalorização (-2,9%), enquanto o Ibovespa subiu 2,11%.
Na próxima semana será importante acompanhar o 1º turno das eleições francesas, e os dados de atividade (ISMs) e emprego (Payroll) nos EUA.
Não deixe de conferir!